Dois anos depois de sua aclamada performance de “Hymne à l’amour”, de Édith Piaf, na Torre Eiffel, durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, Céline Dion se prepara para um retorno aos palcos que promete ser um marco de superação. A renomada cantora, que recebeu o diagnóstico da rara síndrome da pessoa rígida em 2022, tem uma série de shows programados para a capital francesa ainda neste ano.
Essa enfermidade neurológica rara, caracterizada por dores severas, espasmos musculares incontroláveis e rigidez progressiva, forçou a artista a se afastar dos holofotes, levantando incertezas sobre a continuidade de sua trajetória musical. Consequentemente, cada aparição de Céline Dion tem sido observada com grande expectativa por seus fãs globais, conferindo um significado ainda maior a este iminente retorno.
De acordo com informações divulgadas pelo jornal La Presse e pela revista Variety, a expectativa é que Céline Dion suba ao palco da Paris La Défense Arena entre os meses de setembro e outubro. Este local, com capacidade para 40 mil espectadores e recentemente adquirido pela Live Nation, já sediou espetáculos de artistas de renome mundial, como Taylor Swift, The Rolling Stones e Kendrick Lamar.
Recentemente, a capital francesa amanheceu adornada com cartazes que exibiam títulos de clássicos da cantora, como “The Power of Love” e “Pour que tu m’aimes encore”. Essa ação intensificou os rumores sobre as apresentações e consolidou a sensação de que um retorno aos palcos está cada vez mais próximo.
Vale lembrar que Céline Dion já havia agendado shows nesta mesma arena em 2020, os quais foram cancelados devido à pandemia de Covid-19. Posteriormente, o diagnóstico da síndrome, ocorrido dois anos mais tarde, alterou drasticamente seus planos e sua rotina diária.