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Domingo, 10 de Maio 2026
Política

Comissão da Câmara aprova obrigatoriedade de adesivo de ponto cego em veículos pesados

A medida, que visa aumentar a segurança no trânsito, ainda precisa ser votada em outras instâncias.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Comissão da Câmara aprova obrigatoriedade de adesivo de ponto cego em veículos pesados
Renato Araújo/Câmara dos Deputados
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Um projeto de lei que estabelece a obrigatoriedade de adesivos informativos sobre pontos cegos em caminhões e ônibus foi aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. A iniciativa integra a lista de equipamentos exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro.

O ponto cego refere-se às áreas que o motorista não consegue enxergar, mesmo com o auxílio dos espelhos. Essas zonas, frequentemente localizadas nas partes traseiras e laterais, podem ocultar outros veículos, motocicletas ou pessoas, sendo um fator de risco para colisões, especialmente durante manobras de mudança de faixa.

O texto votado é uma versão modificada pela Comissão de Viação e Transportes, baseada no Projeto de Lei 1388/25, proposto pela deputada Dayany Bittencourt (União-CE). A proposta original previa a inclusão de adesivos refletivos e tecnológicos de alerta de ponto cego, além de dispositivos de visibilidade ampliada para esses veículos.

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A relatora do projeto, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ressaltou que a sinalização sobre os pontos cegos em veículos de grande porte é fundamental para a prevenção de acidentes, com atenção especial aos motociclistas.

"Essa prevenção é crucial para reduzir o número de acidentes que resultam em mortes ou incapacidades permanentes para milhares de brasileiros anualmente", declarou Carneiro. Ela acrescentou que a medida não só contribui para a preservação de vidas, mas também para a redução de gastos públicos com saúde e previdência social decorrentes de acidentes.

A proposta segue agora para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para se tornar lei, o projeto necessita de aprovação tanto na Câmara quanto no Senado.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Câmara Notícias
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