Os inscritos na primeira etapa do Revalida 2026/2 precisam enviar a documentação comprobatória da graduação em medicina no exterior até o próximo sábado (19).
O envio do diploma, certificado ou documento equivalente deve ser realizado exclusivamente pela Página do Participante, hospedada no portal oficial do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
De acordo com as diretrizes do edital vigente, a ausência do envio documental impede a participação na segunda fase do exame, ainda que o candidato tenha alcançado a nota mínima necessária na prova teórica.
A fase subsequente do processo se destina a testar as habilidades clínicas dos profissionais formados fora do território nacional.
Objetivo do exame
O Revalida busca certificar se os médicos graduados no exterior possuem a aptidão técnica exigida para o exercício da profissão no Brasil, alinhada às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa, conduzida em parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde, confere validade legal a diplomas obtidos tanto por brasileiros quanto por estrangeiros que pretendem atuar no país.
A avaliação é dividida em duas fases: teórica e prática. Os testes simulam cenários de atenção primária, urgência, emergência e outras áreas fundamentais da medicina.
A certificação comprova que a formação estrangeira atende aos padrões exigidos pelas universidades brasileiras e viabiliza a validação por instituições públicas aderentes.