O renomado jogador argentino Lionel Messi alcançou recentemente um feito notável, ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão em patrimônio líquido. Com essa conquista, o craque se estabelece como o segundo bilionário do futebol mundial, juntando-se a Cristiano Ronaldo em um seleto grupo de atletas que transformaram sua genialidade nos gramados em um império financeiro.
Uma análise da Bloomberg revela que, desde 2007, o camisa 10 do futebol acumulou mais de US$ 700 milhões apenas com salários e bônus. Contudo, o que realmente catapultou o jogador para o patamar de bilionário nos últimos anos foi uma estratégia inteligente de diversificação de suas fontes de renda.
Estratégia empresarial e a influência familiar
Ao contrário dos primeiros anos de sua carreira, quando sua imagem comercial era mais reservada em comparação ao perfil midiático de Cristiano Ronaldo — o primeiro bilionário do futebol, que atingiu o marco em 2023 enquanto atuava pelo Al-Nassr —, Lionel Messi passou por uma transformação. Sob a hábil gestão de seu pai, Jorge Messi, a faceta empresarial do argentino floresceu notavelmente.
Atualmente, o astro desfruta dos benefícios de um contrato substancial com o Inter Miami, nos Estados Unidos, que engloba até mesmo uma parcela dos lucros gerados por transmissões televisivas. Além disso, seu patrimônio foi significativamente ampliado por meio de investimentos estratégicos no mercado imobiliário e parcerias comerciais com uma conhecida rede de restaurantes em sua terra natal, a Argentina.